<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7494954</atom:id><lastBuildDate>Sun, 08 Jun 2008 14:49:50 +0000</lastBuildDate><title>TAF - Opinião</title><description/><link>http://taf.net/opiniao/index.htm</link><managingEditor>noreply@blogger.com (TAF)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>82</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-7857361616361518997</guid><pubDate>Sun, 08 Jun 2008 00:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-08T01:21:55.308+01:00</atom:updated><title>O Tratado de Lisboa</title><atom:summary type='text'>Espero que os irlandeses votem NÃO. Independentemente de as alterações trazidas pelo Tratado serem positivas ou negativas, há dois motivos suficientemente fortes para o recusar sem olhar para mais nada:
terem-nos negado a possibilidade de o votar, sob vários pretextos;a extensão e enorme confusão do texto, um amontoado de artigos sem qualquer preocupação de se tornar legível.</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2008/06/o-tratado-de-lisboa.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-3210587994749838613</guid><pubDate>Fri, 06 Jun 2008 17:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-08T15:49:50.089+01:00</atom:updated><title>De novo as touradas</title><atom:summary type='text'>Não terá certamente contestação a afirmação de que, numa tourada, o touro está a ser maltratado, colocado em sofrimento. Perante isto, há duas posições:
esses maus-tratos justificam-se atendendo à "tradição", à "cultura", à "arte";esses maus-tratos não se justificam.Tão simples quanto isto. Já aqui, em 2004, publiquei a minha opinião. Há quem diga que os animais existem para nos servir, e que </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2008/06/de-novo-as-touradas.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-2539015421645045198</guid><pubDate>Thu, 29 May 2008 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-30T00:38:42.101+01:00</atom:updated><title>Alguns textos para "O Futuro é agora"</title><atom:summary type='text'>PPC e nós todos
Se uma das regras é falarmos verdade...
Política 2.0
O significado das palavras e o papel do líder
Uma campanha construtiva
Regionalização: muitas vozes, poucas propostas
Formação e actividade produtiva
O lado positivo das coisas
Três pedidos...
O País real
Domar o Estado
Coisas que o Partido Socialista não percebe
Mais coisas que o Partido Socialista não percebe
As "Opções </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2008/05/alguns-textos-para-o-futuro-agora.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-8209800108081407651</guid><pubDate>Mon, 18 Feb 2008 22:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-18T23:14:43.630Z</atom:updated><title>Textos escritos n'A Baixa do Porto</title><atom:summary type='text'>Deixo aqui os apontadores para algumas reflexões que publiquei n'A Baixa do Porto.

2008-02-15: A solução para os problemas do Porto
2007-11-21: Por que razão é racional e potencialmente lucrativo investir em projectos que provavelmente vão falhar
2007-11-25: Abandonar a União Europeia?
2007-09-29: Partidos: Representatividade
2007-03-04: Câmara do Porto 2009: Posso dar as tácticas?
2007-02-23: </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2008/01/textos-escritos-na-baixa-do-porto.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-4598046078506668186</guid><pubDate>Thu, 10 Jan 2008 01:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-10T01:56:46.414Z</atom:updated><title>O Tratado de Lisboa: Democracia podre</title><atom:summary type='text'>A questão do referendo ao Tratado de Lisboa é mesmo muito séria, porque abala as bases da Democracia. O Governo, o Presidente da República e a Assembleia da República, todos eles, violaram gravemente os seus deveres constitucionalmente estabelecidos. Explico porquê.

Quando um Governo nasce do resultado de um acto eleitoral, e na sequência da apresentação do seu programa que foi validado pelos </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2008/01/o-tratado-de-lisboa-democracia-podre.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-7760373569983591652</guid><pubDate>Sat, 10 Feb 2007 08:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-10T09:18:03.909Z</atom:updated><title>O Referendo, amanhã</title><atom:summary type='text'>A um dia do referendo, algumas notas adicionais.

1) Vale a pena lembrar que não foi a lei actual (boa ou má) a culpada de se manter o problema do aborto clandestino. Foi a incompetência do Estado, que também ainda não resolveu a burocracia, a corrupção, a fuga ao Fisco, etc., etc. Dizer que o mal é da lei é fugir ao problema. É que se o SIM for aprovado e o sistema de saúde também não der </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2007/02/o-referendo-amanh.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-116881867913259747</guid><pubDate>Sun, 14 Jan 2007 23:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-14T23:52:27.456Z</atom:updated><title>O Aborto, em 2007</title><atom:summary type='text'>Tendo em vista a eficácia na defesa do NÃO no referendo, o essencial é sublinhar os pontos que geram maiores consensos e que justificam a recusa da liberalização do aborto até às 10 semanas. Eu não recorreria aos "direitos naturais" da nova vida nem à sua qualidade de "pessoa", pois são assuntos controversos para os quais não há grande argumentação possível: ou se acha que sim ou se acha que não,</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2007/01/o-aborto-em-2007.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-116859621072206295</guid><pubDate>Fri, 12 Jan 2007 10:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-12T10:03:30.740Z</atom:updated><title>A Abstenção</title><atom:summary type='text'>Abster-me significaria entregar aos votantes a possibilidade e a responsabilidade de decidirem por mim. Isso eu não estou disposto a fazer.</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2007/01/absteno.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-116545204095204436</guid><pubDate>Thu, 07 Dec 2006 00:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-09T13:46:57.770Z</atom:updated><title>O mal menor</title><atom:summary type='text'>Transcrevo abaixo parte de um texto alheio que explica perfeitamente o que eu penso sobre a "teoria do mal menor" para justificar a liberalização do aborto (com ou sem prazo limite, isso é irrelevante para o argumento). As ênfases a "bold" são da minha responsabilidade.

O que eu penso sobre este tema está explicado aqui:
http://taf.net/opiniao/2004/08/o-aborto-verso-2004.htm
http://taf.net/</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2006/12/o-mal-menor.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-115206450731872081</guid><pubDate>Wed, 05 Jul 2006 01:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-05T02:55:07.356+01:00</atom:updated><title>Filantropia</title><atom:summary type='text'>Ultimamente tem-se comentado muito as actividades da Fundação de Bill Gates, bem como a monumental doação que Warren Buffett lhe fez. É bom sinal.

Cada um de nós escolhe os princípios que quer seguir. Não quero impor os meus a ninguém. Para mim, quando eu ganho dinheiro não fico "proprietário" dele, mas apenas conquisto o direito de o gerir segundo as minhas convicções. Na minha visão do mundo, </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2006/07/filantropia.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-114539731831554610</guid><pubDate>Tue, 18 Apr 2006 21:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-04-18T22:59:21.713+01:00</atom:updated><title>O Parlamento Infantil</title><atom:summary type='text'>A ideia de fazer com que os deputados "piquem o ponto" no princípio, meio e fim das sessões, para evitar "fugas", é o cúmulo da degradação das instituições que supostamente nos representam. Se eles passarem a ser tratados como crianças, nós, como cidadãos que os elegem, mereceremos este triste espectáculo por termos desistido de nos dar ao respeito. Quem não está à altura do cargo de deputado tem</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2006/04/o-parlamento-infantil.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-114390924209965449</guid><pubDate>Sat, 01 Apr 2006 16:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-06-26T12:46:41.363+01:00</atom:updated><title>O "empreendedorismo social"</title><atom:summary type='text'>
Uma edição recente do Economist traz um destacável chamado "The business of giving". A edição online gratuita tem parte do texto, mas vale a pena ler o resto e ouvir também uma entrevista áudio com Matthew Bishop. Retirei algumas frases que ilustram bem muito do que eu tenho andado a escrever desde há bastante tempo. Este "empreendedorismo social" é precisamente o que julgo necessário aqui para </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2006/04/o-empreendedorismo-social.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-114048164355122883</guid><pubDate>Tue, 21 Feb 2006 00:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-03-10T17:38:59.206Z</atom:updated><title>A negação do Holocausto</title><atom:summary type='text'>Tem sido agora discutido se se deve dar a alguém a liberdade de negar publicamente o Holocausto. O Abrupto há dias usou também isto como exemplo a propósito das caricaturas de Maomé.

Quando se fala em "negar o Holocausto" não se trata de dizer "não foram x milhões, foi só(!) metade", com alguma preocupação de rigor científico, de seriedade. Isso seria uma coisa. Outra é dizer: "não aconteceu </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2006/02/negao-do-holocausto.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-113888910081638430</guid><pubDate>Thu, 02 Feb 2006 14:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-02-02T16:40:21.363Z</atom:updated><title>As uniões de facto</title><atom:summary type='text'>Parece-me completamente errado atribuir às uniões de facto uma quase equivalência ao casamento. O que é que fazem duas pessoas que querem viver juntas sem os compromissos, direitos e deveres inerentes ao casamento? Por este andar já nem sequer podem optar por uma união de facto, pois ficam automaticamente quase casados!

Não se podem tratar os adultos como crianças. Quem não se casa tem obrigação</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2006/02/as-unies-de-facto.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-113630169869929536</guid><pubDate>Tue, 03 Jan 2006 15:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-01-03T16:21:49.626Z</atom:updated><title>A resposta à resposta de Cadilhe</title><atom:summary type='text'>Estive a ler com atenção os argumentos de Miguel Cadilhe em resposta às objecções que eu tinha colocado a uma das suas propostas: “investir muitas centenas de milhão de euros”, “para se reduzir a escala corrente do Estado e modernizá-lo”.

No fundo concordamos: “Eu também tenho, todos temos dúvidas sobre a real vontade e a real capacidade de auto-reforma do Estado”. Só que Miguel Cadilhe está </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2006/01/resposta-resposta-de-cadilhe.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-113534761723931575</guid><pubDate>Fri, 23 Dec 2005 14:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-01-03T15:46:51.130Z</atom:updated><title>A resposta de Miguel Cadilhe</title><atom:summary type='text'>Miguel Cadilhe teve a amabilidade de responder aos comentários que publiquei anteriormente sobre o seu mais recente livro. Aqui fica, com a devida autorização, o texto que recebi. Cabe-me agora a responsabilidade de tentar contra-argumentar no que respeita aos pontos sobre os quais mantenho alguma discordância. Os meus parabéns a Miguel Cadilhe pela abertura que demonstra ao aceitar debater na </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/12/resposta-de-miguel-cadilhe.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-113494816948427805</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2005 23:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-01-03T15:24:04.966Z</atom:updated><title>O sobrepeso do Estado</title><atom:summary type='text'>Acabei de ler o novo livro de Miguel Cadilhe, "O Sobrepeso do Estado em Portugal", que ele próprio simpaticamente me ofereceu na sequência dos meus comentários num debate na Universidade Católica há dias.

Devo começar por dizer que, na minha modesta opinião, grande parte do que lá está escrito é sensato. Tenho apesar de tudo alguns pontos de divergência significativa.

Tal como Vital Moreira, </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/12/o-sobrepeso-do-estado.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-113492540208263078</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2005 16:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-12-19T16:36:57.810Z</atom:updated><title>Sugestões para o Porto</title><atom:summary type='text'>Reuni aqui algumas sugestões que fui fazendo n'A Baixa do Porto.

1) Em vez de tentar resolver os problemas todos de uma vez só com grandes projectos, as "elites" do Porto deviam colocar por escrito as suas propostas e organizar-se em pequenos grupos para concretizar iniciativas menos ambiciosas mas com efeitos palpáveis. Em vez de se manterem como “treinadoras de equipas alheias”, que criem elas</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/12/sugestes-para-o-porto.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-113149140608472415</guid><pubDate>Tue, 08 Nov 2005 23:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-11-08T23:10:50.276Z</atom:updated><title>Regionalização a martelo</title><atom:summary type='text'>Estive hoje a participar numa sessão de trabalho da iniciativa Norte 2015 relativa ao tema “Serviços Regionalmente Desconcentrados da Administração Central no Norte de Portugal” estudado e apresentado por Vital Moreira e tendo como referência este documento.

Apresento sucintamente algumas impressões e ideias que lá defendi. As minhas desculpas pela redacção apressada, mas o tempo não dá para </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/11/regionalizao-martelo.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-113105746305221442</guid><pubDate>Thu, 03 Nov 2005 22:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-11-04T10:35:04.353Z</atom:updated><title>"Pacheco Pereira Critica Rui Rio"</title><atom:summary type='text'>Ora aqui está uma manchete que constitui “uma subtil manipulação” e “um abuso ilegítimo de interpretação” das palavras de Pacheco Pereira (JPP)...

Eu já estava a adivinhar. JPP é intelectualmente honesto e não podia deixar passar em claro este episódio triste protagonizado por Rui Rio. Mas não lhe convém criticá-lo de forma absolutamente frontal, pois já se sabe que esse facto ia ser usado e </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/11/pacheco-pereira-critica-rui-rio.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-112845007096647400</guid><pubDate>Tue, 04 Oct 2005 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-10-26T19:23:23.400+01:00</atom:updated><title>Esperança</title><atom:summary type='text'>Às vezes há factos que justificam o esforço que se faz a "blogar" as próprias opiniões. Hoje alguém chegou a este meu texto vinda do Brasil através desta pergunta no Google "Preciso fazer um aborto. O que devo fazer?"

Será que leu o que escrevi? Será que ponderou melhor? Será que ajudei a salvar uma vida?</atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/10/esperana.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-112826417518870871</guid><pubDate>Sun, 02 Oct 2005 14:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-10-04T10:16:44.510+01:00</atom:updated><title>As minhas escolhas para o Porto</title><atom:summary type='text'>A campanha nos últimos dias solidificou a opinião que tenho vindo a exprimir n'A Baixa do Porto. O meu raciocínio para decidir o meu voto é, resumidamente, este que apresento a seguir.

1) Votar em João Teixeira Lopes está fora de causa. Além de propostas inaceitáveis (a moratória à construção, por exemplo), tem uma postura mais de contestação a Rui Rio do que construtiva, e não convenceu como </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/10/as-minhas-escolhas-para-o-porto.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-112714658928341210</guid><pubDate>Mon, 19 Sep 2005 16:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-09-19T23:42:57.136+01:00</atom:updated><title>Democracia e Liberalismo</title><atom:summary type='text'>Há dias um texto no Blasfémias sobre Democracia e Liberalismo suscitou uma troca de comentários. Resumo aqui o que escrevi na altura.

O Estado que temos é resultado das acções ou inacções dos cidadãos. Podem até os cidadãos achar que esse resultado é mau, mas ele não lhes foi imposto por nenhuma ditadura militar ou algo do género. Considerar o Estado como um "extraterrestre", uma entidade </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/09/democracia-e-liberalismo.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-112674184450296876</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2005 23:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-09-15T09:24:23.063+01:00</atom:updated><title>Capital de risco</title><atom:summary type='text'>A propósito de um debate há pouco no Rivoli, o que é afinal “capital de risco”, no sentido de “seed capital” ou eventualmente “startup capital”?

Investimento “de risco”, neste contexto, não é apostar numa empresa cuja probabilidade de sucesso seja apenas superior a 50%, ou semelhante. É apostar num conjunto grande de empresas em que cada uma delas individualmente tem algo como 10% de </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/09/capital-de-risco.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7494954.post-112609171141242354</guid><pubDate>Wed, 07 Sep 2005 11:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-09-07T12:15:11.416+01:00</atom:updated><title>Os "deputados da abstenção"</title><atom:summary type='text'>Há dias um amigo meu lembrou uma proposta que me parece excelente: a abstenção e os votos em branco deveriam "eleger deputados". Ou seja, por exemplo, 40% de abstenção significaria 40% de cadeiras vazias no Parlamento.

Esta era uma maneira simples de diminuir o número de deputados e simultaneamente de fazer com que os políticos tivessem um interesse muito maior na participação cívica dos </atom:summary><link>http://taf.net/opiniao/2005/09/os-deputados-da-absteno.htm</link><author>noreply@blogger.com (TAF)</author></item></channel></rss>